Blecaute se faz
nessa terra
insana
Oriente que se
desorienta em
guerras
sangrentas
Alça-pés
traiçoeiros de
mentes dementes
doidivanas
Tergiversam
inconvincentes
os responsáveis
por tais
tormentas
Apocalipse em
flagelo de
covarde terror
tirano
Realismo surreal
em guérnicas,
por vingança,
sedentas
Dilação
prolongada em
irreversíveis
danos
Estóica
perversão a
dizimar fracos e
inocentes
À paz que urge,
tão premente
Do pós-suposto
de que a vida é
decadente
Por tão vulgar,
que se faz
indiferente
Aos anseios dos
que pregam, mas
não cumprem
Aos que ouvem,
acreditam e,
assim, morrem
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SP.20.01.09
"Pela Paz"

