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Convém não
aprisionar os
sonhos
nas gaiolas
inflexíveis da
razão!
Convém que os
sonhos sejam
pássaros,
a voarem livres
pelos céus da
alma,
sob a constante
e forte
claridade dos
ideais!
Convém que estas
aves façam ninho
em nosso
coração,
com a palha de
nossas
possibilidades
e a pluma de
nossa
persistência.
Convém que
busquem o
aconchego deste
ninho,
unindo-se umas
as outras,
num mútuo
aquecimento e
reconforto,
a manterem
quentes e
sadios,
os nossos
sonhos!
Convém que entre
si se
reproduzam,
para que
tenhamos sonhos
novos,
constantemente,
sobrevoando-nos
a alma!
Convém que seja
otimismo,
o farelo de que
se alimentem!
Convém que seja
Esperança,
o canto que
gorjeiem,
num tom de
pertinácia e
que seja pleno
de energia,
o timbre desse
tom!
Convém que voem
muito alto,
e enquanto voem,
cantem,
dentro de nossa
alma,
os nossos sonhos
pássaros...
E, quanto mais
alto estiverem,
mais forte eles
cantem!
Assim,
saberemos, que
mesmo
não divisando em
nosso infinito,
os sonhos que
ainda não
concretizamos...
saberemos, pelo
seu canto,
que eles ainda
estão lá,
sob as luzes dos
ideais,
planando em
graça...
Cantando o
mantra de nossa
alma!...
...O salmo de
nosso labor!
Eme Paiva
***
Aceitem,
queridos amigos,
meus votos
mais sinceros de
bênçãos a este
novo tempo
que terá início
com 2009,
almejando que
lhes sejam
propícios e
prósperos os
seus dias!
Que possam
realizar seus
mais prementes
ideais!
Feliz Ano Novo a
todos!
Eme Paiva
  


Voem os sonhos
livres
nos céus da
imaginação
onde se possa
ser pássaro ou
flor.
Fique a amor em
vez da dor.
A esperança que
renasce criança.
Toquem os sinos
em campanários
de outrora.
Brilhe o sol
anunciando a
aurora.
Dissipem-se as
sombras
na luz mais
brilhante
do raiar de um
novo ano.
Armem-se os
espíritos de
coragem.
Na voragem do
tempo
tudo vai
recomeçar.
É hora de
plantar
na nova estação
da vida.
Maria Lucia
Victor
28/12/2008
  


Convém que
olhemos para o
futuro
Sem mágoas, sem
dores, sem
reclamos
Clareando os
dias que se nos
fazem escuros
Alimentando
ideais, sonhos e
planos
Convém que
estejamos unidos
Numa corrente de
amor e
fraternidade
Para que de amor
o mundo seja
ungido
Em prol da tão
sonhada
igualdade
Convém que
sejamos capazes
Ao versejarmos,
de aspergirmos
fé
Naqueles que se
sentem sós e
inábeis
Convém que
sejamos
persistentes
Ao evocarmos o
amor, para sanar
a dor
Dos que sofrem,
por omissos
negligentes
Maria Luiza
Bonini
SP. 29.12.08
 
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